terça-feira, 22 de maio de 2012

Santa Maria...


"Santa Maria Virgem, não há nenhuma outra semelhante a ti,
nascida no mundo, entre as mulheres, filha e serva
do Rei Altíssimo Senhora Nosso Jesus Cristo,
esposa do Espírito Santo.
Rogai por nós com São Miguel Arcanjo
e com todas as virtudes dos céus,
e com todos os santos, junto ao teu Santíssimo
Filho Dileto, Nosso Senhora e Mestre. Amém."

(São Francisco de Assis)

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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Mãe da Divina Misericórdia


"Ensina-nos a adorar, ó derrama em nós tuas glórias
Glórias de adoração, glórias de santidade
Rainha dos anjos, gera-nos um povo adorador"

(retirei do Face - Canção Nova)

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Oração pela minha mãe...


Pai, tu, sendo Deus, quiseste mostrar
entre nós tua face materna...
Por isso criaste todas as mães!

Peço-te por minha mãe,
sinal concreto e visível de teu amor entre nós.
Multiplicai os seus dias
em nosso meio!

Acompanha-a em todo riso
e em toda lágrima,
todo trabalho e toda prece,
todo dia e toda noite!

Que tua bênção cubra de luz
a vida de minha mãe para que,
inundada de ti, ela seja sempre mais
Presença do divino em minha vida.

Amém!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Oração a Nossa Senhora de Fátima



Para pedir serenidade e discernimento na hora do desespero e das decisões difíceis
Virgem de Fátima, Serva fiel e cheia de santa sabedoria, Templo radiante do Espírito Santo de Deus. Seja meu socorro nesta hora tão difícil, de sombras, de angústias. Sinto-me frágil e cheio de fraqueza. O medo parece ser maior que minha vontade, a tristeza parece querer tomar conta de meus dias. Fica a meu lado, Mãe dos aflitos e dos desesperados. Não sei o que fazer, mas confio em teu amor de Mãe, em ti encontro abrigo e consolo. Ensina-me a agir e a enfrentar as adversidades como Jesus o faria. Coloca em meu coração e em meus lábios os sentimentos e as palavras dele. Que seu Santo Espírito ilumine meus passos.

Amém.


Para pedir saúde
Senhora de Fátima, Mãe amorosa de todos os que sofrem no corpo e na alma. Cuida da saúde de teus filhos, alivia as dores e as doenças que nos afligem que nos desconcertam e nos fragilizam. Peça a teu Filho amado que tantos doentes curou pelas estradas de seu tempo, que tenha compaixão de nós, que seja Ele a nossa força. Que seja por Ele nosso sofrimento. Que Deus nos dê saúde para servi-Lo sempre, para cuidarmos uns dos outros. Mas que acima de tudo e sempre, seja feita a vontade de Deus Pai, que cuida de nós com infinito amor e incomparável ternura. Toma-nos pelas mãos, Mãe tão querida, e leva-nos a Jesus.

Amém.


Oração para pedir Confiança (de São Bernardo)
Lembrai-Vos o piíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que tenha recorrido à vossa intercessão, implorado a vossa assistência, reclamado o vosso socorro fosse por Vos desamparado. Animado eu pois com igual confiança, a Vos ó Virgem entre todas singular, como mãe recorro e de Vos me valho, e gemendo sob o peso de meus pecados me prosto a vossos pés. Não desprezeis a minha súplica, ó Mãe do Verbo de Deus humanado, mas dignai-vos a ouvir-me atenta e propícia e alcançar-me o que vos rogo.

Assim seja.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Nossa Senhora de Crea



A região italiana do Piemonte, localizada junto aos Alpes, divisa com a França, é uma das mais belas da Europa. Pois neste verdadeiro paraíso da natureza, no Monte de Crea, próximo de 350 depois de Cristo, Santo Eusébio, Bispo de Vercelli, mandou erguer uma capela em honra à Nossa Senhora. A intenção foi santificar o lugar, antes consagrado às divindades pagãs.

Dez anos depois o próprio Santo trouxe do Oriente, onde esteve exilado, três estatuas da Virgem Maria. Uma mandou para a capela de Crea e as outras duas enviou à Sardenha, sua terra natal. Estas informações foram retiradas nos seus manuscritos encontrados nos arquivos da diocese de Vercelli, datados do seu episcopado.

A antiga estátua de Nossa Senhora de Crea, foi exposta à uma longa investigação cientifica durante sua restauração, concluída em 1981. Por isto, perdeu a cor negra original e poética do restrito grupo das 'Nossas Senhoras Negras ou Morenas' a que pertence.

A capela desta devoção, verdadeira relíquia da Igreja primitiva e o coração do Santuário de Crea, também teve de ser reconstruída, ao longo dos séculos. No início do segundo milênio se estabeleceram no convento de Crea os cônegos regulares de Asti.

Em 1483, depois de uma breve permanência dos Servitas, foram sucedidos pelos monges Lateranenses. É à presença destes homens de grande cultura e sensibilidade artística, embasados na sólida formação religiosa ditada pela Ordem, que devemos o desenvolvimento do Santuário do Sagrado Monte de Crea, hoje rota obrigatória de todos os cristãos do mundo Oriental e Ocidental.

Durante dezoito anos, desde 1801 a capela e o convento de Crea ficaram abandonados, após os sucessivos saques ocorridos durante sangrentas disputas militares. Passado este período, em 1820, a Santa Sé deu a guarda do Santuário à primorosa Ordem dos Frades Menores da observância.

No dia 05 de agosto de 1890, quando o árduo trabalho de recuperação já era considerável, a venerada escultura de Nossa Senhora de Crea recebeu o manto de rainha e foi solenemente coroada, junto com o Menino Jesus que porta nos braços. Assim esta data foi oficializada para sua festa anual.
Os franciscanos demoraram cento e setenta anos para o Santuário de Nossa Senhora do Sagrado Monte de Crea recuperar ao seu primitivo esplendor a desempenhar a função de 'Cidade do Espírito' proposta por seu fundador, Santo Eusébio de Verselli. Nos últimos tempos o local se tornou um importante centro de eventos marianos para o mundo cristão. Mas sempre contando com a crescente afluência de peregrinos e romeiros devotos de Maria.

Em 1980 o governo italiano demarcou a área do Santuário como reserva ecológica, a qual foi doada ao Vaticano, para sua preservação.

Desde 1992 este Santuário mariano está sob custódia dos sacerdotes da diocese de Casale Monferrato.
(fonte: Paulinas)


Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá




Chiquinquirá é uma pequena cidade situada às margens do rio Suárez, na Colômbia. É também conhecida como capital da província do ocidente e capital religiosa da nação. Seu nome, na língua dos índios chibcha, significa 'povo sacerdotal'.



No século XVI, os missionários dominicanos chegaram na Colômbia, portando a imagem de Nossa Senhora para converter os indígenas ao catolicismo. Um dos colonizadores era Dom Antonio de Santana um homem muito rico, designado como administrador das aldeias de Sutmarchán e Chiquinquirá.



Devoto da Virgem do Rosário ele pediu ao padre dominicano, André Jadraque, que providenciasse uma imagem dessa invocação para colocar na capela erguida em Sutmarchán. A encomenda foi passada ao pintor Alonso de Narváez, radicado na região. Num tecido rústico de algodão fabricado pelos índios, o artista pintou a imagem de Maria do Rosário ladeada pelos Apóstolo Santo André e Santo Antonio de Pádua. A inclusão dos dois santos foi iniciativa de Alonso, pois sobrara espaço suficiente na tela para homenagear os padroeiros do padre e do administrador, seus clientes.



O quadro foi colocado no altar da capela de Sutmarchán durante a missa de inauguração da capela, em 1562 e ficou exposto para veneração popular durante doze anos. Depois, já quase apagado e corroído pela umidade, foi levado à casa da fazenda dos Santana em Chiquinquirá.



Em 1577, Dom Antonio faleceu e a viúva Dona Joana, se retirou para aquela propriedade. Na arrumação da chegada, o quadro do Virgem do Rosário foi colocado num canto da capela e lá ficou esquecido. Oito anos depois chegou na fazenda Maria Ramos, uma cunhada do falecido Dom Antonio, vinda da Espanha para ajudar nos trabalhos domésticos da casa. A piedosa mulher não se acostumava à nova residência e ao clima do país, por isso rezava muito à Virgem Maria.



Certo dia resolveu organizar a capela e limpou o quadro da melhor maneira possível, mas não conseguiu saber de que devoção se tratava. Quando soube que era uma antiga pintura de Nossa Senhora do Rosário, pendurou o quadro num lugar de destaque da capela e passou a rezar diante dele. Algum tempo depois, Maria Ramos começou a suplicar à Virgem do Rosário que tivesse a felicidade de identificar o seu vulto naquele quadro, que mais parecia um borrão de tinta. E assim procedia diariamente durante a oração do Rosário.


Maria Ramos teve as preces atendidas no dia 26 de dezembro de 1586, quando ocorreu o milagre. Ela saia da capela quando uma índia cristã chamou sua atenção para a tela toda iluminada. Elas notaram que as cores do quadro ficaram mais fortes e a pintura voltou a ser nítida outra vez. As duas começaram a gritar felizes por Dona Joana. Então as três mulheres se ajoelharam diante da Virgem do Rosário e louvaram a Deus pela bondosa graça.



Naquele lugar, em 1608, foi construída uma igreja que se tornou Santuário e em 1812, foi consagrada Basílica dedicada a Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá.

Quatro anos depois, na luta da independência da Colômbia, a Virgem recebeu a mais alta patente do Exercito. E com a vitória o próprio Simon Bolívar, o libertador, humildemente foi à Basílica agradecer e depositar sua espada aos pés da Mãe Santíssima. O Papa Pio VII declarou solenemente Padroeira da Colômbia, Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá, em 1829, para ser celebrada no dia 09 de julho. Mas o povo a homenageia também em 26 de dezembro, data do primeiro milagre do quadro.

A coroação canônica ocorreu em 1919. Em 18 de novembro de 1794, se repetiu o milagre da renovação da imagem dessa invocação, desta vez pintada em madeira, na cidade de Maracaibo, Venezuela. Uma igreja foi erguida no local do prodígio. A fama dos milagres se manteve vigorosa através dos tempos e os venezuelanos passaram a invocar 'La Chinita', como amorosamente nomearam a Virgem do Rosário de Maracaibo.

Assim, em 18 de novembro de 1942, a Igreja Católica coroou canonicamente a imagem da Padroeira de Maracaibo. Foi a primeira celebração oficial no seu dia. Além disso, a igreja onde se venera a imagem milagrosa venezuelana foi consagrada como: Basílica

Site: http://www.fatima.com.br/

Nossa Senhora de Akita


A jovem Agnes Katsuko Sasagawa era uma catequista na igreja Myokô-Kogen quando adoeceu e perdeu definitivamente a audição. Inclusive o médico que a tratou no hospital público de Joetsu lhe forneceu o documento referente à pensão que teria direito do governo, pois a lesão era total nos dois ouvidos.

Agnes entendeu que Deus a chamava para a vida de oração e ingressou no Instituto das Servas da Eucaristia em Akita. Alí se tornou a protagonista das aparições da Virgem Maria, jamais ocorridas antes no Japão.


Tudo começou em 1969.

Agnes rezava seu Rosário quando um anjo apareceu e lhe pediu para incluir entre as dezenas a oração ensinada por Nossa Senhora aos três pastorzinhos em Fátima. Embora surda, ela ouvira aquilo perfeitamente, obedeceu e nunca mais deixou de reza-la.

No dia 12 de junho de 1973 ouviu uma voz enquanto rezava e viu uma luz inundar a capela. Aquilo continuou acontecendo até o dia 28 de junho, quando acordou com a mão esquerda doendo e sangrando muito, devido a uma ferida que aparecerá em forma de cruz.

Agnes recebeu a primeira mensagem em 06 de julho. Ela rezava diante de Nossa Senhora, quando viu seu anjo da guarda e ouviu a voz de Maria vindo da imagem. Outras religiosas notaram o sangue caindo de ferida que surgira na mão esquerda da estátua, idêntica a de irmã Agnes.

A imagem de um metro de altura foi esculpida de um único bloco de madeira de uma árvore Katsura. Era uma reprodução daquela das aparições da Mãe de Deus à uma mulher em Amsterdã, após a Segunda Guerra Mundial, na Holanda.

Ao todo ocorreram quatro manifestações de sangue saindo da mão esquerda da escultura.

No dia 29 de setembro a ferida tinha desaparecido sem deixar marca e a imagem passou a apresentar um certo 'suor' na testa e pescoço.

Agnes recebeu a segunda mensagem em 03 de agosto e a terceira, no dia 13 de outubro de 1973. Mas por mais nove anos ela recebeu instruções do anjo que lhe falara no início.

A partir de 04 de janeiro de 1975, a imagem de Nossa Senhora de Akita passou a chorar. Em pouco mais que seis anos, a estátua verteu lágrimas por cento e uma vezes, em datas diversas. Uma delas chegou a ser registrada pelas câmaras de um canal de televisão que fazia um documentário sobre os fatos sobrenaturais de Akita.

Em 1984, após investigações científicas rigorosas, a veneração de Nossa Senhora de Akita foi aprovada pelo Bispo da diocese. Quatro anos depois a Santa Sé declarou autenticas as mensagens de Maria, em Akita, que pedem aos fiéis: oração, sacrifício e entregue total a Deus.

A aparição também é considerada uma nova manifestação de Nossa Senhora de Todos os Povos, que previra antes em Amsterdã, a conversão do Japão.

Fonte: Paulinas